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sábado, 6 de outubro de 2012

Jesus é a verdadeira liberdade

Escravos viciados.

Ser certinho não é o que o Cristo - nosso Senhor - quer. Ele quer nossos corações, Ele quer que a vontade dEle prevaleça. A vontade dEle é o amor com o qual o Pai nos amou, dando o próprio filho por todos nós.


Fonte: O evangelho em 3 minutos

domingo, 18 de setembro de 2011

Ver, Presença e Coração

Por muitas vezes não "vemos" o Senhor; no entanto o coração arde - Lucas 24:28-32 - de tal forma, que não podemos negar a Sua presença.

É fato, que aquele que diz estar em Cristo, de alguma forma não cultua à Deus para que Sua presença se faça acontecer, pois estando em Cristo, Cristo está nele - "
Permanecei em mim e eu permanecerei em vós." João 15:4 - então Ele está presente sempre. Talvez a busca seja por outra coisa e não a Sua presença. O Espírito Santo está presente se permanecemos em Cristo; o Espírito Santo se faz presente de forma constante, pois Cristo assim o disse antes de ir "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre." João 14:16. Talvez a busca seja por permanecer nEle.


No texto escrito em Lucas 24:28-32, os dois discípulos conversando sobre e com Jesus, não conseguiram vê-lo - faltava, talvez, um ajuste fino - mas ao ver o partir do pão a visão ficou clara e reconheceram que Aquele era o Senhor. O fato do coração arder é confirmado com a constatação de que, agora com os olhos de fato abertos, conversavam com Jesus! Cuidemos para não sermos ludibriados com qualquer arder de coração, pois se faz necessário sabermos que o arder do coração está sendo proporcionando por Ele.



sexta-feira, 19 de março de 2010

Retirar ou não retirar?

"Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal." João 17:15

Este texto traz uma reflexão: fazer ou não fazer retiros?
Pois quando se faz um retiro, muitas das vezes a idéia que se passa é que estamos saindo do mundo para ter mais intimidade com Deus. Ter uma ambiente mais propício à sua presença.
O encontro com Deus é permanente! Sim?! Não?!
O ambiente de eterno gozo como Pai está em nós, Sua casa, Seu templo...
"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?" I Coríntios 6:19

É verdade que Jesus volta e meia se retirava para falar em particular com o Pai, mas veja, Ele ia orar sozinho, até quando chamou os doze, também se afastou um pouco deles.
"Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar." Mateus 26:31

Não precisamos sair para termos comunhão com Deus.
Para que eu não seja radical, vamos então até o quarto... ou até mesmo ao monte, ou sei lá aonde Deus quer que cada um de nós vá...
"Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto;..." Mateus 6:6

Não deixa de ser uma forma de retiro, contudo sem custos, sem aparatos, sem fuga, sem "espiritualidade". Viajar é muito bom! Quero fazer isso sempre que puder, todavia tenho que ter o cuidado de não misturar a realidade da comunhão que Deus estabeleceu com seus filhos, comunhão essa recebida através de Jesus, pelo sacrifício lá na cruz!

Podemos nos retirar em conjunto ou sozinho, todavia não tratemos isso como ordem dos céus, a não ser que o Pai assim a determine, o Pai é soberano, ele é Senhor, entretanto não posso colocar em sua conta tudo que me vem a cabeça.

A humanidade perdeu a comunhão, lá no início, mas hoje ela pode ser reestabelecida através de Jesus. O fato de termos comunhão com o Pai através de Cristo, não nos dá o direito de pensarmos que estamos em condição de determinar ou esquadrinhar a direção que vem do alto, ela vem somente do alto e não deve receber adereços ou redirecionamentos.

Um coisa podemos ver claramente, Deus amou a humanidade lá na cruz e continua amando até agora.
Deus é amor, e o Amor jamais acaba...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Comunhão

"Cristãos concordando uns com os outros nunca convencerão o mundo. Qualquer grupo ou clube tem algum tipo de coesão. Mas, a evidência real de que Jesus é o Filho de Deus e de que ele tem todo o poder no céu e na Terra acontece quando Seus seguidores entram nesse tipo de união e comunhão com Ele, como Ele tem com o Pai."

(Deixe o meu povo ir!, David W. Dyer)

domingo, 6 de setembro de 2009

Como juízes

Estou lendo um livro, no qual é feita uma comparação com os reis e juízes, mencionados nos livros I Reis, II Reis e Juízes, da Bíblia. Essa analogia é um tanto quanto que apropriada, para a realidade a qual Jesus nos comprou, e vai de encontro com o que, com a melhor das motivações, vivemos hoje.
Por vezes pensa-se, que ser como os juízes é uma posição de conforto, de falta de amor, de falta de revelação, de irreverência, de preguiça, de alienação, de insubmissão...

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Sofredor...

... tudo sofre, ... (Primeira Carta aos Coríntios, capítulo 13, versículo 7)
Pode-se olhar de forma que a falta de vida - uma vida vivida sem o senhorio de Jesus - em uma pessoa nos leva a sofrer, a grande massa a margem da sociedade nos leva a sofrer, a misericórdia em nós tendo misericórdia do outro nos leva a sofrer, a minoria tragada pelo ter incondicional nos leva a sofrer, o mendigo largado ao relento nos leva a sofrer, o efeito da cola de sapateiro sobre uma criança de rua nos leva a sofrer, a não distribuição da renda em nossa maravilhosa pátria brasileira nos leva a sofrer... pois bem, fica também um outro olhar, que Jesus quando aguardando a chegada de Judas sabia que após aquele instante iria sofrer durante o caminho para cruz e que lá na cruz continuaria sofrendo.
Tantos outros sofrimentos além dos acima mencionados poderíamos relatar.
Contudo quando Jesus não se esquivou dos momentos de sofrimento não preciso mais enumerar, ou ainda, qualificar o "tudo sofre", Jesus é o modelo ao qual devo seguir, se Ele assim o fez devo eu também fazer, a todos os sofrimentos aos quais o Pai o chamou para passar Ele assim o fez. Verdade que Jesus não nos chama para nos jogarmos na jaula do leão, todavia sofrer não tem uma classificação, "tudo sofre" é circunstancial. Estevão, naquele momento, sofreu com o apedrejamento, ou não; Jesus na cruz sofreu, no caminho para cruz sofreu, quando orou para que lhe fosse afastado o cálice, embora fosse feita a vontade do Pai, sofreu; quando a mãe de um filho morreu e o filho não sabia se a encontraria novamente ele sofreu...
Sofrer não é martírio, status, vaidade, ou qualquer outra coisa. Sofrer é mais uma das práticas do Amor. E Deus amou o mundo de tal forma que deu seu filho unigênito... Deus deve ter sofrido.
Somos como o vento... Sofrer também é assim... Sofremos a medida que por amor é necessário sofrer e não o que classifico ser sofrimento. Deus está além do que efetivamente conhecemos e vemos, por tanto a total confiança, como Abrão, como o centurião e tantos outros nos leva a sofrer nas circunstâncias que por amor a Ele e por conta do senhorio de Cristo havemos de passar.
Pai me ajuda a confiar totalmente em Ti, a fim de que eu esteja habilitado a sofrer incondicionalmente.

domingo, 29 de junho de 2008

Ser como criança

Quando vejo meus filhos dormindo fico emocionado e percebo que eles são anjos vindo direto do coração de Deus.
Como são formosos, como são "encantadores", como são apaixonantes...
Como posso não entender esses pequeninos que são tão grandes na expressão do amor de Deus?
Sim, eu posso entender, se me tornar como um deles. Sim, me tornando como um deles, não só os entendo como também me enquadro no filão da família de filhos semelhantes a Jesus.
Seja, pois, apressada essa prática de ser como criança, simples, sem tristezas profundas, que ama incondicionalmente a mãe e o pai, os quais muitas vezes não ensina como o Senhor quer, que vê e vive de forma pura, que não se ressente do mal.
Oh! Pai! Faz-me como um destes pequeninos que estou a cuidar, para que eu possa ser fiel e frutífero. Amém.

terça-feira, 31 de outubro de 2006

O que é, ou ainda, quem é o amor?

"Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria."

O trecho acima é a primeira estrofe de uma música, que foi muito executada no início dos anos 90. A letra desta música tem como coincidência ou inspiração, uma parte da carta que Paulo, Apóstolo de Jesus, escreveu ao povo de Corínto.
O trecho da carta, o qual se refere a primeira estrófe da letra da música, é o seguinte:

"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
Ainda que tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé ao ponto de trasportar montes, se não tiver amor, nada serei."


Continuando ainda na carta de Paulo, temos vários pontos, coindidentes ou inspirativos, (prefiro inspirativos, pois a carta de Paulo além de ser muito conhecida, é anterior a letra da música), dos quais, os que se seguem, mostram algo impraticável à condição humana, devido o grau de subjetividade, sendo o ser humano sempre pego em seus sentimentos, onde nenhum desses sentimentos procedem de bem algum.

"Agora, pois, permanece a fé, a esperança e o amor, estes três: porém o maior destes é o amor.
O amor...
:: é paciente
:: faz o bem
:: não é ciumento
:: não é orgulhoso
:: não é arrogante
:: não é incoveniente
:: não é interesseiro
:: não é furioso
:: não se ressente do mal
:: não se alegra com a injustiça
:: regozija-se com a verdade
:: tudo sofre
:: tudo crê
:: tudo espera
:: tudo suporta
O amor... já mais acaba."


I Carta aos Coríntios Capítulo 13, versículos 13 e 4 à 7

Trago a observação vital de que o amor aqui mencionado não o é aquele que conhecemos, do namoro, da TV, do sexo, do tratamento carinhoso, etc, enfim esse amor é aquele com que Deus nos amou a ponto de entregar por todos nós, os seres humanos, o seu único filho, a saber, Cristo. Esse sim é o amor que estamos tratando aqui.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."
Evangelho segundo João Capítulo 3, versículo 16.

"Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor."
I Carta Universal de João Capítulo 4 versículo 8.

Vimos que as características do amor são impraticáveis pelo gênero humano. Vimos que o amor não é um sentimento, mas é Deus.
Então se queremos amar, o que devemos fazer?
Pois sim, devemos nos enquadrar no seguinte texto de João:

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber os que crêem no seu nome."
Evangelho segundo João Capítulo 1 versículo 12.

Se tornando filho, temos o Pai e tendo o Pai temos o amor que é o próprio Pai, Deus.