Mostrando postagens com marcador Oração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Oração. Mostrar todas as postagens

domingo, 29 de junho de 2008

Ser como criança

Quando vejo meus filhos dormindo fico emocionado e percebo que eles são anjos vindo direto do coração de Deus.
Como são formosos, como são "encantadores", como são apaixonantes...
Como posso não entender esses pequeninos que são tão grandes na expressão do amor de Deus?
Sim, eu posso entender, se me tornar como um deles. Sim, me tornando como um deles, não só os entendo como também me enquadro no filão da família de filhos semelhantes a Jesus.
Seja, pois, apressada essa prática de ser como criança, simples, sem tristezas profundas, que ama incondicionalmente a mãe e o pai, os quais muitas vezes não ensina como o Senhor quer, que vê e vive de forma pura, que não se ressente do mal.
Oh! Pai! Faz-me como um destes pequeninos que estou a cuidar, para que eu possa ser fiel e frutífero. Amém.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Andar na Luz


Revelar a mazela que está em mim é ruim, porém muito bom. Muito bom sim, pois, "se andarmos na luz como na luz Ele está temos comunhão uns com os outros e sangue de Jesus nos purifica de todo pecado" [I Jo 1:7].
Creio que andar na luz, dentre outras coisas, é também, revelar, despojando, as mazelas que estão em mim. Fico envergonhado quando estas são trazidas a luz, porém o Espírito Santo me alegra. E ainda mais, quando eu mesmo as trago a luz, a alegria que O Espírito Santo traz é ainda maior, visto que esta é a vontade do Pai (me humilhar), a exemplo de Seu filho Jesus. A saber: "Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus... antes a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz." [Fl 2:5-8]
Por conta da natureza estragada, trazer a luz as mazelas é humilhante, pois a natureza estragada quer sempre preservar-se ("dar a volta por cima") e não se humilhar (voltar e confessar, consertar, reparar, devolver, pedir perdão...)
Que eu seja obediente no tocante ao se despojar das mazelas, ao se despojar do velho homem. Não se preservar.
Amém.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Depender

Oh! Senhor! Como quero, não fazer a minha vontade, não ir na força do meu braço. Mas antes de tudo quero orar, buscando a tua vontade, pois sem ti, meu Pai, nada posso fazer. Oh! Senhor! Quão bom seria não te buscar depois que as coisas estão escuras, apertadas, sem solução. Mas seria muito legal te buscar em todas as coisas e em qualquer situação, pois tu És Senhor. Graças à ti Pai, pelo Espírito Santo que nos ensina todas as coisas e nos faz lembrar de tudo que Jesus ordenou. Como Tu és maravilhoso Pai, que nos traz um fardo leve e um jugo suave. Vejo que não nos deixa desamparado. Pois Jesus, ainda com os discípulos, antes de ir para o céu sentar-se a Tua direita, disse: "Mas o Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito." Pai, saiba que o meu desejo é depender de ti. Em tudo te buscar, antes de tudo orar, não pedir para meu próprio deleite, mas para realizar a tua vontade. Sempre buscando em primeiro o Teu Reino e sua Justiça. Sei que Teu é o querer e o efetuar, pois bem, eis-me aqui para ser moldado à tua vontade e perseverar no morrer do velho homem com suas concupiscências e o revestir-me do novo homem em Cristo Jesus para a Tua Glória.
Amém.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Poesia quiça oração

Livra-me oh! Pai, te peço,
do cristianismo técnico;
da falsa realidade de discípulo que me encontro, pensando somente em mim, sem te buscar e sem ler a Tua Palavra.

Livra-me oh! Pai, te peço,
da falta de desejo de morrer a cada dia que acordo;
da falta de desejo de viver em Cristo;
da falta de fé;
da falta de obras vivificadas pela comunhão contigo.

Livra-me oh! Pai, te peço,
das obras sociais, quando ocorrem, uma vez na vida e outra na morte, que tentam, sem êxito nenhum, livrar minha consciência da distância que estou de Ti.

Livra-me oh! Pai, te peço,
de mim mesmo;
da paixão doente por aqueles que Tu me confiaste para cuidar;
da trapaça no trabalho;
do engano da mentira com aparência de verdade.

Livra-me oh! Pai, te peço,
de conduzir as flechas da aljava para um caminho de conforto em vez de conduzir para um caminho de cruz.

Livra-me oh! Pai, te peço,
de não olhar para os meus erros;
de julgar em pensamento o meu próximo, o qual deveria ver em mim a Tua Luz e não um pensamento podre que exala uma fedentina mortal;
da falta de amor, que é a falta de Ti.

Livra-me oh! Pai, te peço,
da auto-misericórdia;
da falsa modéstia;
da falsa humildade;
da falsa caridade;
do sentimento de humanidade e os seus vertentes.

Livra-me oh! Pai, te peço,
de dar asa as tentações;
da falta de força para acabar com os pensamentos de sedução;
da soberba.

Livra-me oh! Pai, te peço,
da manifestação literária do evangelho, sem a prática correspondente.

[...]

Pai! preciso de Ti, preciso do Teu Espírito amalgamado com o meu, preciso dum coração segundo o Teu.